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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Sugestão para Missa Solene de Corpus Christie - Ano A - 23-Jun-2011







Sugestão para Missa Solene de Corpus Christie - Ano A - 23-Jun-2011
- Deus alimenta seu Povo -


Mais uma semana de Missa Solene onde toda a litúrgia estará envolvida no tema do Corpo de Cristo, a Eucaristia. Estou deixando as sugestões abaixo. Espero que ajude!

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Obrigado Pax et Bonum

Rogério Hirota
Ministério Ressurreição - Jacareí-SP

SOLENIDADE CORPUS CHRISTIE -  ANO  A !
Autor: John Nascimento
            A Liturgia da Palavra da Solenidade do Corpo e Sangue de Jesus – A, lembra-nos que Cristo  permanece connosco no Sinal da Sua Páscoa.
            A vida do homem é povoada de presenças : presenças visíveis e próximas como a de uma mãe que cuida de seu filho que brinca ou que dorme;presenças invisíveis como a de duas pessoas que se amam, pensam uma na outra e se encontram, superando a distância e a separação corporal e física; presenças que proporcionam paz, satisfação e segurança; presenças tempestuosas e perturbadoras que são como uma ameaça...
             No plano da vivência humana mais profunda, o homem faz a experiência singular de uma presença maravilhosa mas real, que é a revelação e tomada de consciência da presença criadora de Deus que nos faz existir e «em que vivemos, nos movemos e somos» (Act.17,28).
            D’Ele fazemos memória litúrgica e sacramental que, através  dos sinais do pão e do vinho, comidos e partilhados pela comunidade, torna presente o Cristo na sua realidade e no mistério da Eucaristia, que é Presença Real           
            A 1ª Leitura, do Livro do Deuteronómio, diz que, numa época de grande prosperidade económica, em que o povo de Israel corria o risco de se esquecer de Deus e de se fechar no seu egoísmo, o autor sagrado lembra-lhe a experiência do deserto.
            Durante essa longa caminhada, em que sentiu ao vivo a sua fraqueza, os bens necessários à vida (alimento, água, libertação da escravatura e protecção dos perigos) não foram dádivas do amor de Deus ?
            Esquecer agora, na abundância, esse amor paternal de Deus, seria uma ingratidão.
            - «Hás-de recordar todo esse caminho que o Senhor, teu Deus, te fez percorrer, durante quarenta anos no deserto.(...) Não te esqueças, pois, do Senhor, teu Deus».(1ª Leitura).
             Mas seria também uma loucura.
            O homem, com efeito, não pode viver só do pão.
            Satisfeita toda a fome que sente (fome de justiça, de liberdade e de paz) ele pode sentir-se ainda infeliz.
             O alimento espiritual, «a palavra que sai da boca de Deus»(Mt.4,4), é-lhe indispensável para viver feliz e em paz sobre a terra e poder invocar a Deus, como proclama hoje o Salmo Responsorial :
            - “Jerusalém, louva o teu Senhor”.
             Na 2ª Leitura, S. Paulo diz aos Coríntios, e hoje também a todo o povo cristão que o Pão Vivo, descido do Céu, verdadeiro maná, na caminhada da vida, a Eucaristia realiza a nossa incorporação em Cristo morto e ressuscitado e, por Ele, na Igreja, que é também o Corpo de Cristo.
            O Pão Eucarístico é assim não apenas sinal, mas alimento de unidade entre os cristãos e destes com Deus.
            - “Não é o cálice de bênção que nós abençoamos uma comunhão com o Sangue de Cristo ? Não é o pão que nós partimos uma comunhão com o Corpo de Cristo” ? (2ª Leitura).
             Comungar o Corpo e o Sangue de Cristo é, pois, comungar o amor que Jesus tem pelo Pai e pelos homens.
            Cada Comunhão devia ser para nós um compromisso de unidade.
            Unidade que não deve manifestar-se apenas na assembleia litúrgica, mas deve abranger toda a vida.
            O Evangelho é de S. João e diz-nos que a Eucaristia é tão desconcertante para os homens do nosso tempo, como os sinais realizados por Jesus o foram para os Seus contemporâneos.
            Contudo, aqueles que foram testemunhas da Ressurreição, como João, autor deste Evangelho, e aqueles que hoje, têm fé em Jesus,  sabem muito bem que o Filho de Deus feito Homem, vindo para trazer a vida ao mundo, não Se limitou a dar-nos as Suas Palavras ou o Seu exemplo.
            Deu-nos também, na Eucaristia, a Sua Carne e o Seu Sangue, isto é, a Sua Pessoa.
            - «Eu sou o Pão vivo que desceu do Céu. Quem comer deste Pão viverá eternamente. E o Pão que Eu hei-de dar é a Minha Carne, que Eu darei pela vida do mundo».(Evangelho).
            No plano da vivência humana profunda, o homem faz a experiência singular de uma presença misteriosa mas real, que atinge o centro do seu ser; uma presença que inspira um inefável sentimento de  confiança e segurança e que do seu íntimo o chama.
            É a revelação e a tomada de consciência da presença criadora de Deus que nos faz existir, daquele Deus “em quem vivemos, nos movemos e somos”(Act.17,28), uma presença que “sustenta” o homem, nutre-o”.
            A presença de Deus no meio de nós assumiu, na história, a forma visível e tangível de Jesus, imagem visível do Deus invisível, revelador do mistério do Pai.
             A sua encarnação e o seu nascimento em Belém, sob o império de César Augusto, é o ápice de uma longa série de sinais através dos quais o Deus vivo tinha feito sentir a sua presença (Patriarcas, Reis, Profetas do Antigo Testamento...).
            Depois da Ascensão, que o subtrai à experiência sensível dos homens, a presença de Jesus muda de sinal mas não muda a realidade.
            Ele continua e dá-se sob o sinal do pão partido e do vinho, nos quais oferece o seu Corpo como alimento e o seu Sangue como  bebida de salvação e de vida.
            Ele permanece connosco até ao fim do mundo.
            Ora, podemos encontrar Jesus através da “memória” delde, especialmente a “memória” litúrgica e sacramental, tornando-se assim presente no meio de nós.
            Não se trata, porém, de uma presença desencarnada, de uma memória que só se restringe a uma recordação.
            Trata-se de uma memória que, através dos sinais do pão e do vinho, comidos e partilhados pela comunidade, torna presente o Cristo na sua realidade e no mistério que nos são comunicados.
Uma vez que Cristo é o centro e o cume de toda a história da salvação, a Eucaristia – memorial da sua paixão-morte-ressurreição – é lembrança e celebração de toda a história da salvação e das vicissitudes de Israel, “Povo de Deus”; da vida de Cristo;  da história e da vida actual da Igreja,”novo Povo de Deus”.
            Que se deve entender por “memória” ?
            Na memória conserva-se o passado. Todo o acontecimento humano é transitório, único e irrepetível.  Não o podemos deter nem fazer voltar quando já passou.   Nisso consiste o seu valor e também o seu limite, a sua raridade, a sua transitoriedade, a sua beleza e a sua impotência. No entanto, podemos reevocar o passado pela lembrança.
            Dele, pois, guardamos a memória.
            O sacrifício eucarístico é uma forma de memória substancialmente diferente.          
             Aqueles que, na pobreza da fé, souberem acolher a Cristo, sob o sinal sacramental, unir-se-ão à Sua Morte e Ressurreição, entrarão no Seu mistério, receberão a vida e farão parte do plano da História da Salvação.
                             ................................
            Diz o Catecismo da Igreja Católica :
            1374. – O modo da presença de Cristo sob as espécies eucarísticas é único. Ele eleva a Eucaristia acima de todos os sacramentos e faz dela «como que a perfeição da vida espiritual e o fim para que tendem todos os sacramentos»(Suma Theol.3,73,3). No Sacramento da Eucaristia estão «contidos, verdadeira, real e substancialmente, o Corpo e o Sangue conjuntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo total»(Conc.Trento : DS 1651). «Esta presença chama-se real, não a título exclusivo como se as outras  presenças não fossem reais, mas por antonomásia, porque é substancial, quer dizer, por ela está presente Cristo completo, Deus e homem»(MF 39).



Entrada:
Hino Congresso Eucarístico 2010 - CNBB
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Pão dos Anjos Pão dos Homens - Pe. Zezinho
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Óh Senhor nós estamos aqui - Católicas
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Ato Penitencial:
Senhor tende piedade de nós - Maranathá
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Hino de Louvor:
Gloria a Deus - Leo Mantovani
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Aclamação:
Aleluia, Eu sou o Pão Vivo
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Ofertório:
Pão do Céu - Banda Rezza
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Santo:
Santo, céus e terra cantam seu imenso amor - Catolicas
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Paz:
Canto de Paz - Catolicas
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Comunhão:
Corpo, Sangue, Alma e Divindade - Toca de Assis e Pe. Fabio de Mello
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Misericordia Eucaristica - Toca de Assis
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O Pão do Céu - Focolares - cd. Tesouro
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Eis que sou o Pão do Céu - Coral Palestrina
Audio e Cifra  http://ministerio-ressurreicao.blogspot.com/2010/10/eis-que-sou-o-pao-do-ceu-coral.html

Gosto do Céu - Católicas
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Majestosa Eucaristia - Anjos de Resgate
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Pão dos Anjos - Anjos de Resgate - cd. Seja Luz
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Bem vindos à mesa do Pai - Católicas
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Pos-Comunhão:
Adoramos o Verbo - Toca de Assis
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Eterna Gratidao - Toca de Assis
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Banquete do Cordeiro - Toca de Assis
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Quando te dominas o cansaço - Católicas
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Final:
Esta no Comando - Cantores de Deus
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