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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sugestão de Músicas para Missa do 02º Domingo do Advento - Ano B - 04-Dez-2011

Sugestão de Músicas para Missa do 02º Domingo do Advento - Ano B - 04-Dez-2011

- Preparai o Caminho do Senhor -

Irmãos, A Paz de Jesus e o Amor de Maria!

Como meditação litúrgica desta semana, estou colocando um artigo de John Nascimento que abrange bem o nosso foco que é o advento. Lembrando que assim como o período da quaresma, estamos entrando num tempo de reflexão, meditação e espera. Por isso tocamos músicas mais leves, sem muito ritmo guardando as músicas mais alegres e festivas para o dia do Nascimento de Jesus, no Natal. Por isso também neste tempo omitimos o Hino de Louvor e o Aleluia nas Aclamações ao Evangelho.


Em minha paróquia temos também o costume de tirar a bateria, porque este é o tempo de meditação, de reflexão como a quaresma, o tempo de espera e de vigia. Por isso omitimos também o Aleluia pois o ALELUIA que tem como a origem do termo  a bela expressao hebraica "hallelu-ya" que significa "louvai a Javé". Pode também significar louvai so Senhor, Gloria ao Senhor. Por isso guardamos para cantar alegremente o nosso Glória ao Senhor, o Nosso Hino de Louvor no dia da chegada de Jesus, Na missa de Natal, esta é a beleza de nossa liturgia.

As músicas durante este periodo serão meio que parecidas pois todas focam o tema do advento.

Pax et Bonum

Rogério


2º DOMINGO DO ADVENTO - ANO – B!      
John Nascimento

            Pela Liturgia da Palavra deste 2º Domingo do Advento – B, nos é  comunicado que será enviado um Mensageiro para preparar a vinda do Redentor.
            O Advento  é um tempo de conversão, isto é, de mudança de mentalidade e de atitudes, quer em relação a Deus, quer em relação ao nosso próximo.
            Há, na verdade, muitas coisas na nossa alma que constituem obstáculos à vinda d’Aquele  que nos salvará.
            Impõe-se-nos, portanto, a tarefa de prepararmos os caminhos do Senhor, num esforço de conversão interior, sincera e efectiva, de modo que o Salvador encontre aquela disposição de espírito, aquele acolhimento às Suas iniciativas, que Lhe permitam transformar-nos em «homens novos» do Reino que vem fundar.
            A 1ª Leitura, do Livro do profeta Isaías, diz que o Senhor anuncia ao Seu Povo, a sua libertação do Cativeiro da Babilónia e o seu regresso ao país dos seus antepassados.
            - “Uma voz proclama : «Preparai no deserto o caminho do Senhor. Traçai no descampado uma senda para o nosso Deus”. (1ª Leitura).
             Por iniciativa amorosa de Deus, a salvação aproxima-se e torna-se, por isso, necessário que a alegre notícia seja proclamada e todos colaborem, segundo as instruções divinas e abrindo o caminho, através do qual o povo poderá encontrar a salvação e a paz.
            Iguais disposições devem animar todos aqueles que, no Advento, aguardam a vinda de Deus, em Cristo, para nos libertar do pecado e nos reunir na Igreja, a verdadeira Jerusalém, onde Ele habita.
             O Povo espera a sua libertação, só devida ao grande amor de Deus, como proclama o Salmo Responsorial :
            - “Mostrai-nos o Vosso amor, dai-nos a Vossa salvação”.
             Na 2ª Leitura S. Pedro diz-nos que Deus executa pela Encarnação, os Seus desígnios de salvação.
            No entanto, Deus não pode salvar o homem sem a sua colaboração.
            Para lhe conceder a filiação divina, espera que o homem lhe dê uma resposta pela fé e se volte para Ele pela conversão.
            - “Portanto, caríssimos, enquanto aguardais tudo isto, empenhai-vos, sem pecado nem motivo de censura, que o Senhor vos encontre em paz”.(2ª Leitura).
             O tempo entre a primeira e a segunda  vinda é o tempo da paciência de Deus, em que concede ao homem a possibilidade de compartilhar a vida de Deus.
            Vivendo neste mundo destinado à transfiguração da Parusia, o cristão procura viver em comunhão com Deus, pela oração, pela Eucaristia  e na santidade de vida, preparando-se, na serena confiança, para o Dia do Senhor.
            O Evangelho, é de S. Marcos e diz-nos que o cristão não pode fugir para o deserto, alheando-se dos graves problemas do nosso tempo, como a fome, a falta de cultura ou a injustiça, pois Deus deseja que todo o homem seja Seu colaborador na Sua obra da criação, contribuindo, com todas as suas forças para a construção dum mundo melhor.
             - “Foi assim que João Batista  apareceu no deserto, a proclamar um batismo de penitência, em ordem à remissão dos pecados.(Evangelho).
             No entanto, o cristão, se não quiser atraiçoar a sua missão, tem de manter sempre a espiritualidade do deserto, ensinada pelo Precursor.
             Se os cristãos perderem o sentido da conversão a Deus, o seu cristianismo, mostrar-se-á apenas como um simples humanismo, sem qualquer sentimento de religiosidade.
            Ao completar-se o tempo messiânico, João convida a exprimir, através de um sinal que não é apenas cerimonial, a vontade de conversão e a esperança dos temnpos novos, caracterizados pela efusão do Espírito Santo.
            Nesses tempos novos, que para nós já começaram, embora ainda não totalmente realizados,  o convite à conversão manifesta-se necessariamente em gestos significativos, “sacramentais”  no semtido mais amplo da palavra.
            Entre esses há certamente o baptismo (dos adultos) e a penitência, momentos privilegiados do encontro com Deus que salva e que perdoa, mas também as atitudes concretas da comunidade e de cada um (partilhar, perdoar, acolher...) em que transparece a realidade de um coração novo.
             São os que o profeta e João, hoje presentes, no anúncio litúrgico, indicam na imagem de “preparar o caminho”.
            Sem dúvida, vistos com olhos profanos podem parecer pobres e inúteis; mas na realidade, nos gestos de uma homem e de uma comunidade renovados, quem sabe ler entrevê “novos céus e nova terra, nos quais a justiça terá uma morada estável”.
            Na linguagem comum o sacramento da Penitência identifica-se com a “confissão”, e é conhecido por esse nome.
            Na realidade,  a confissão é apenas um elemento do sacramento e não é certamente o primeiro nem na ordem nem na importância.
            Há uma mentalidade formalista e exteriorizante a respeito desse sacramento, dos  mais centrais da vida cristã, ameaçada de resvalar lentamente para uma crise perigosa.
            As  motivações variam muito : vão da recusa do confessor, distriuidor automático de absolvições à recusa do confessor psicanalista.
            A acusação individual dos pecados, seguida da absolvição e de uma leve penitência, é um solução em geral demasiado fácile e mecânica; só pode ter sentido cristão se for um sinal eclesial de conversão e de reconciliação do cristão pecador.
            Justifica-se, pois,  um repensar da justa forma da penitência e da confissão; tudo se deve tornar mais autênctico, mais profundo, mais vivo e mais eficaz.
            A conversão cristã é uma maturação contínua, um crescimento contínuo sobre si mesmo, em geral um acto difícil,  a abrir o caminho para Deus na própria carne; um sofrimento e um desapego do que é cómodo e habitual; é uma mudança de vida levada a sério.
            Em suma, é “crucificar-se” juntamente com Cristo; nele está a fonte do perdão.
            A celebração do sacramento da Penitência ou Reconciliação não pode ser “privatizada”; é sempre um gesto ao mesmo tempo comunitário e pessoal, como comunitário e pessoal é o pecado.
            Em suma, o que é preciso é fazer uma reconversão que nos leve à prática de um estilo de vida que sirva para o cumprimento do plano da História da Salvação.
                              ...............................              
            Diz o Catecismo da Igreja Católica :
            717. - «Apareceu um homem, enviado por Deus, que tinha o nome de João»(Jo.1/16). João é «cheio do espírito Santo já desde o seio materno»(Lc.1,15,41), pelo próprio Cristo que a Virgem acabava de conceber por obra e graça do Espírito Santo. A «Visitação» de Maria a Isabel tornou-se assim, «visita de Deus ao seu povo»(Lc.1,68).
 



Entrada: 
Como Sol nasce da aurora - Liturgia VIII - Paulus
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Das alturas orvalhem os céus - Católicas
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Alegrai-vos, Ele está bem perto - CNBB - Liturgia VIII
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Visitai Senhor nossa vinha - CNBB - Liturgia VIII
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O Senhor virá libertar o seu povo - CNBB - Liturgia VIII
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Tempo de Advento - Pe. Zezinho
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É Tempo do meu advento (Isaias)- Católicas
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Quando Virá o dia Senhor - CNBB - Liturgia VIII
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Eis que longe vem o Senhor - CNBB - Liturgia IV
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Vigia esperando aurora - Monsenhor Jonas Abib - cd. Só pra Você
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Vigiai eu vos digo - Hinário CNBB - cd. Liturgia IV
Aúdio e Cifra

Ouve-se na terra um grito - Hinário CNBB - cd. Liturgia IV
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Vem Senhor, vem nos salvar - Hinário CNBB - cd. Liturgia B
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Ele virá - Mensagem Brasil - cd. 1999
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Ato Penitencial:
Kyrie Eleison - Nando Mendes - cd. Teu amor me cura
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Hino de Louvor:
Omite-se

Aclamação:
As Palavras do Teu Precursor - Alguém está nascendo
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Reunidos em grande oração - CNBB cd. Alguém está nascendo
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Envia Tua Palavra - Católicas
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Preparai o Caminho - Monsenhor Jonas Abib - cd. Não dá mais pra voltar
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Ofertório:
Pão e vinho apresentamos com louvor - Católicas
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Senhor aceita nosso vinho e nosso pão - CNBB - cd. Alguem está nascendo
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Santo:
Santo é o Senhor - Tom Dm
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Paz:
A Paz esteja contigo - Adoradores em Verdade
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Comunhão:
Vem eu mostrarei - Valdeci farias
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Deus Conosco - Emanuel - Pequenos Cantores de Apucarana - cd. mestre onde estás?
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Pós-Comunhão:
Maranatha, Vem Senhor Jesus -Pe Joãozinho - cd. Louvores para Grupos de Oração 2
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Estás Assentado - Vera Lúcia - cd. Luz
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Que santidade de vida - Monsenhor Jonas Abib - Show Como é Linda a Nossa Família
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Eu voltarei - Mensagem Brasil - cd. Frutos
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Final:
Nova Jerusalém - Adriana - Mais Feliz
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Principio e Fim - Padre Zeca - cd. Simplesmente Dez
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Então se verá
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