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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sugestão de Músicas para Missa do 27º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 02-Out-2011


Sugestão de Músicas para Missa do 27º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 02-Out-2011

- A vinha do Senhor é a casa de Israel. -

Irmãos, A Paz de Jesus e o Amor de Maria!

Irmãos estarei passando por um momento meio corrido pois estou trabalhando com algumas obras que tem me tomado algum tempo. Esta semana mesmo ficou um pouco inviável o tempo que tive disponível para realizar a reflexão da Liturgia, mas graças a Deus achei um boa reflexão do Pe. Wagner Augusto Portugal e estarei disponibizando como a reflexão da semana. A sugestão das Músicas vem logo abaixo.

27o. DOMINGO DO TEMPO COMUM, C. “Senhor, tudo está em vosso poder e ninguém pode resistir à vossa vontade. Vós fizestes todas as coisas: o céu, a terra e tudo o que eles contêm; sois o Deus do universo”(cf. Est 1,9ss). A liturgia deste domingo nos coloca na perspectiva da reflexão sobre A VINHA DE DEUS. Um dos textos mais populares da literatura profética era o Cântico da Vinha, alegoria do profeta Isaías sobre a ingratidão da vinha escolhida por Deus, rodeada por ele com todos os cuidados possíveis e que, contudo, não produziu frutos. A vinha é Israel que, em vez de produzir a justiça – o bem que Deus deseja para todos -, institucionalizou o derramamento de sangue e a opressão. Assim se desenrola a Primeira Leitura de Hoje do Profeta Isaías(cf. Is 5,1-7). Esta perícope é uma das mais belas da Bíblia, que toma ares de uma canção de amor, mas em vez de descrever uma pessoa querida, descreve uma vinha, querida e amada, porém ingrata. A descrição torna-se ameaça e só no fim revela-se a identidade da simbólica vinha: é Israel. Israel não fez frutificar os cuidados que
Deus lhe dedicou, não produziu justiça. Na sua desordem social e desprezo pelo direito, renegou a Aliança com Javé. Queridos irmãos e irmãs, Entre as parábolas de Jesus, certamente a deste domingo é a mais dura. Quase diria que esta parábola é a mais direta e radical de todas. Jesus se mostra desanimado de esperar que os corações dos fariseus e dos escribas se amoleçam, que seus ouvidos se abram. É o auge da queixa que Jesus fizera noutra ocasião: “Têm ouvidos e não ouvem, têm olhos e não vêem” (Mt 13,14-15). Se a parábola de Jesus tinha um endereço certo, e que foi atingido naquele momento, ainda hoje ela continua atual e alcança os que rejeitam a pessoa divino-humana de Jesus de Nazaré e seus ensinamentos? Ou aqueles que, julgando-se donos da verdade, querem apoderar-se da vinha, ou seja, do Reino de Deus? A vinha sempre foi e sempre será do Senhor. A criatura humana, exatamente por ser criatura, nasceu para o serviço do Senhor e do Reino do Senhor. Por não acreditarem na evidência da divindade de Jesus, fariseus e escribas frustraram a justificação (santificação) que Jesus trouxe; não entram no “Reino dos Céus”. Na parábola de hoje, Jesus se torna ainda mais forte e duro(cf. Evangelho de Mateus 21,33-43). Não só não quiseram crer, mas assassinaram os profetas e o próprio Filho de Deus. A parábola foi tão clara que “os sumos sacerdotes e os fariseus entenderam que falava deles” (Mt 21, 45) e se enfureceram. Jesus toma uma figura bastante familiar: a vinha. Familiar não só porque havia muita vinha na Palestina e era comum seu arrendamento, mas também porque, desde os profetas antigos, o povo de Israel era comparado à vinha. Por isso mesmo a primeira leitura de hoje lembra que “a vinha do Senhor é a casa de Israel” (Is 5,1-7), por quem Deus tudo fizera. Dela, Deus esperava frutos de direito e de justiça, mas só colheu violência e traição. Também o Salmo Responsorial compara o povo de Israel a uma videira transplantada do Egito para a Terra Prometida e cultivada com carinho por Deus quando nos convida a salmodiar: “A VINHA DO SENHOR É A CASA DE ISRAEL!”. Irmãos e irmãs, A vinha é o Reino dos Céus, por causa de quem Ele viera ao mundo e fizera todo o bem possível. No Reino há lugar para todos trabalharem ou, como dirá em outra parábola, também contada em Jerusalém, há tempo para todos cultivarem e multiplicarem os talentos recebidos de Deus. Talentos que não pertencem à criatura, mas a Deus e só a Ele devem ser devolvidos e multiplicados. Hoje, Jesus lamenta que, em vez de multiplicar os frutos em santidade ou justiça, os frutos são o homicídio. Os enviados de Deus são assassinados e os fariseus se preparam para matar o próprio Filho de Deus. Jesus prevê a morte que terá cabo a sua vida. Uma morte violenta em que até o lugar é anunciado, ou seja, fora da cidade, no Calvário. É um anúncio profético, porque apresenta a decisão de Deus de substituir o velho pelo novo povo de Deus: “Arrendará a vinha a outros lavradores, que lhe dêem frutos” (Mt 21, 41). A decisão da traição e da morte de Jesus não é da vontade do dono da vinha, ou seja, de Deus, mas é resultante da vontade, da maldade dos vinhateiros. Jesus faz nascer a decisão de seus próprios lábios. A parábola ainda é profética porque confirma que Ele, Jesus, morto e rejeitado, será a pedra principal, a pedra angular da nova casa de Deus, da nova família de Deus, do novo povo de Deus, da nova e eterna aliança. Na nova vinha, anunciada por Cristo, o Pai encontrará toda a justiça e todo o direito (Is 5,7); encontrará a mais perfeita resposta ao seu amor e ternura. A parábola deste domingo é profética, ao afirmar que, apesar do homicídio na cruz, a obra de Cristo triunfará e se tornará motivo de admiração. A admiração é o primeiro passo da fé. As obras de Jesus serão sempre, de novo, raiz de uma fé que deverá alcançar e envolver a pessoa inteira do Messias  Salvador. A grande novidade da liturgia de hoje, pela leitura atenta da parábola, é que ninguém é dono da vinha, do Reino. Somos filhos de Deus. Fomos redimidos pela paixão, morte e ressurreição do Filho do Dono da Vinha. A verdade e a salvação pertencem a Deus. E esta verdade e esta salvação só poderão dar frutos se semearmos aqui na terra boa o amor, a acolhida do diferente, a caridade e a misericórdia, tudo o aquilo que vai à contramão do homicídio, da morte e da destruição. Amor que é misericórdia! Amor que é acolhida! Amor que é gratuidade! Os vinhateiros homicidas da parábola são os que matam em nome da religião ou em nome de qualquer outro pressuposto direito. Matar alguém é matar o Filho de Deus presente em cada filho e filha de Deus. Estimados irmãos e irmãs, Jesus é a pedra que os pedreiros rejeitaram e que se tornou a pedra angular. Isso porque Jesus é o fundamento do novo povo quanto à coroação de tudo e de todos. Jesus é o alfa e o ômega, o princípio e o fim de toda a história da salvação. Somos, assim, convidados a aderir a Cristo e aos seus ensinamentos, com amor e com abertura à sua palavra e à sua misericórdia. São Paulo nos fala e nos mostra, na segunda leitura de hoje(cf. Fl 4,6-9), os frutos da justiça, realizada plenamente na pedra que os pedreiros rejeitaram e que se tornou pedra angular: o Cristo – tudo quanto for verdadeiro, nobre, reto, puro, amável, honrado, tudo o que for virtuoso e digno de louvor... Paulo não oferece um elenco de boas ações, de coisinhas para se fazer. Ele tem confiança na consciência do bem que Deus nos deu. “O Senhor está perto!” (cf. Fl 4,5) Nesta certeza, os cuidados naturais se tornam secundários. O grande cuidado deve ser a vinda do Senhor. Preparemo-nos para sua vinda, gozaremos a sua paz e brilhará a nossa alegria. Exatamente então, as ocupações deste mundo estarão no seu devido lugar: os valores e virtudes naturais serão transformados e elevados por nossa comunhão com Cristo. Sejamos gente, em nome de Cristo Jesus, e então produziremos frutos de justiça e o Deus da Paz estará conosco! Com São Paulo, apoiemo-nos na oração. Devemos pedir a graça da fidelidade para que possamos dar muitos frutos, guardando nossos corações e pensamentos em Cristo Jesus. Amém! Padre Wagner Augusto Portugal Vigário Judicial da Diocese da Campanha, MG


Espero ter ajudado, deixe seu comentário sobre nossa sugestão e meditação da liturgia. E ajude-nos a divulgar o Blog para que mais pessoas possam crescer conosco.

Pax et Bonum

Rogério Hirota


Entrada:
Ó Pai somos nós o povo eleito - Católicas

Nossa festa - Italo Vilar

Ato Penitencial:
Ó Senhor tende piedade - Min. Amor e Adoração

Hino de Louvor:
Gloria a Deus nas alturas - Com. recado

Aclamação:
Eu vos escolhi do meio do mundo - Católicas

Ofertório:
Bendito seja Deus Pai - Católicas

Sanctus:
Santo Cheios da Vossa Gloria - Toca de Assis

Abraço da Paz:
Deus da Paz - Cantores de Deus

Comunhão:
Na Eucaristia - Aeternum Dei

Pós:
Ares da Adoração - Min. Adoração e Vida

Final:
Nova Jerusalém - Adriana

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